Tenho visto ao logo do tempo, as mudanças entre pais e filhos.

O que será que mudou nestes últimos anos?

Pais trabalhando fora, e os filhos nas mãos de babás e escolas, restando um tempo curto na convivência familiar.

A educação, as brincadeiras, e o que neste exato momento em que estamos vivendo esta crise do Coronavírus (COVID-19), todos nós reclusos, dentro de casa com os pequenos pimpolhos e tendo que se virar para entretê-los, e muitas vezes buscando ajuda com especialistas, amigos, familiares para saber o que fazer com os pequenos, e até mesmo os adolescentes.

Parece que não se tem mais intimidade, proximidade entre pais x filhos e isso torna a convivência mais difícil, mais desgastante e mais complicada também.

Pense, quando você pai, você mãe eram pequenos, o que acontecia?  Tinha celular, tablete, vídeo-game, seja o que for de tecnologia? N Ã O…, não existia e pouco se assistia TV.

Eram brincadeiras com caixinhas de remédios, latinhas de massa de tomate, ervilha, milho verde, os legumes como batata, cenoura, chuchu. Fazíamos um zoológico com estes legumes.

As crianças não sentiam trauma por estarem sem os amigos, não sentiam este isolamento porque brincavam como crianças, não sentiam o tempo passar e queriam mais tempo para se divertirem. Faziam suas tarefas escolares, eram mais crianças. Respeitavam os pais, as pessoas mais velhas, se abraçavam mais, se beijavam mais.

O amor entre pais e filhos devem manter independente de qualquer meio, situação ou tempo.

Busque se aproximar de seu filho. Mais carinho, amor, afeto, abraço, intimidade na conversa, sinceridade.

“É no meio da crise que a vida renasce e tudo ganha um novo sentido”.

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